Com megaprojetos maiores e capital de risco mais restrito, garantias de performance, seguros, bonds e instrumentos bancários ganham peso nas decisões de contratação e financiamento.
A escolha inadequada de instrumentos pode consumir liquidez ou criar restrições que aparecem apenas durante a execução. Por isso, estruturas de garantia precisam ser discutidas junto com estratégia contratual, fluxo de caixa e matriz de riscos.
Garantia não é burocracia de fechamento de contrato. Em projetos grandes, ela interfere em caixa, capacidade de contratação e exposição financeira. A gestão precisa integrar jurídico, financeiro e engenharia desde o início.