O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes informou que administra um acervo de aproximadamente seis mil Obras de Arte Especiais — categoria que inclui pontes, viadutos, túneis, passarelas e outras estruturas de grande porte ligadas à infraestrutura rodoviária.
Mais do que construir novas estruturas, a agenda de engenharia passa pela capacidade de inspecionar, diagnosticar e intervir antes que patologias comprometam o desempenho. Em ativos com décadas de operação, decisões de manutenção precisam considerar deterioração de concreto, corrosão, fadiga, drenagem, aparelhos de apoio, juntas e condições de uso.
Para a VAELITH, o tema reforça uma mudança importante: gestão de ativos e manutenção preventiva tendem a ganhar peso semelhante ao de novas obras. Em um país com rede extensa e heterogênea, informação técnica de qualidade e priorização por risco são centrais para usar melhor os recursos disponíveis.
O tamanho do estoque de pontes e viadutos transforma manutenção em problema de gestão de ativos, não apenas de obra. Inspeção estruturada, classificação de risco e histórico de intervenções são essenciais para priorizar recursos antes da ocorrência de falhas críticas.