Estudo publicado em 07/10/2026 no periódico Frontiers in Sustainability.
A busca em Scopus e Web of Science reuniu 1.445 registros e selecionou 114 estudos. Uma síntese adicional consolidou 16 características urbanas, depois relacionadas às tecnologias e às etapas de uso.
Ferramentas interativas aparecem ligadas à experiência e orientação; infraestrutura digital, à operação; sensores e análise de dados, ao acompanhamento de condições.
A revisão se restringe à literatura em inglês. O mapeamento é interpretativo, demanda validação empírica e não classifica soluções por custo, viabilidade ou aceitação. Privacidade, exclusão digital e manutenção são riscos discutidos. O resultado é um quadro conceitual, não comprovação de desempenho urbano.
a pergunta editorial relevante é qual problema do espaço público justifica a tecnologia. Um edital pode começar por objetivos verificáveis para quem usa o lugar e só depois discutir ferramentas. Também importa definir quem mantém o sistema, como se avalia seu funcionamento e o que acontece quando ele falha. Essa inversão ajuda a tornar a discussão técnica compreensível para equipes de projeto e gestores.
